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American Music Awards: Os Baphos e os Gongos!

Domingo, 21, aconteceu em Los Angeles o American Music Awards. Essa edição foi marcada por divas do auto-tune e Travestina Aguilera, no auge da corpulência, provando que talento é igual coxa de frango: indispensável!

Carão na potência máxima porque vamos começar com os Baphos!

Confesso que Miley Cyrus tem me rendido alguns sorrisos. Primeiro quando virou louca-do-cu e agora, aparecendo com looks incríveis como esse longo Marchesa – do tamanho da minha inveja.

NUNCA – nem nessa vida, nem na outra – pensei que Katy Perry entraria pros Baphos de algum evento! Mas vejam só: Katy, que normalmente se joga de cabeça no buraco sem fim da gongação, acertou ao escolher um Badgley Mischka!

Pink – gravidíssima e platinadíssima – ahazou em um longo básico Janey Lopaty Vintage Couture e caprichou no acessório principal: um bofe escândalo!

“I WANNA SEE YOUR PEACOCK-COCK-COCK!”

Fergie ahazou em um mini todo trabalhado em penas da grife Peacock Couture.

Rihanna Elza Soares optou por um longo divine Elie Saab Couture e fez um look vermelho, vermelhaço, vermelhusco, vermelhante, vermelhão! Fafá de Belém que se cuide!

Agora, agarra o Tarja-Preta e se prepara pros Gongos!

Taylor Swift alisou o cabelo no Vaporeto e foi de Léo Aquilla. Torço pra que tenha se engasgado com uma lantejoula! Cadê o Kanye West quando a gente precisa dele!?

QUANTOS TAPAS, BRASIL?

Não vou chutar cachorro morto, porque né

Nicki Minaj, esperta, mergulhou no Super Bonder e saiu rolando no terreiro de macumba. O que grudou, ficou. Acho conceitual.

Pra fechar com chave de ouro, olha só quem tá viva e com um look zuuuper fashion, lançando uma tendência zuuuper inédita: mechas pink!

HAHAHAH ORA, FRANCAMENTE!

Vermelho, vermelhaço, vermelhusco. Vermelhante, vermelhão
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J5 Collection

SISIGURA QUE O BABADO É FORTE!

Você deve se lembrar do Jackson 5, certo? – Caso não se lembre, sai vazada fazendo moonwalk – Pois bem, os irmãos Jackie, Tito, Jermaine, Marlon e Randy Jackson anunciaram o lançamento de uma linha de roupas, através do projeto J5 Collection, inspirada nas peças ícone do rei do pop!

Como babado pouco é bobagem, algumas peças foram feitas pelos seus próprios criadores! Rafi Weisman, designer responsável pela jaqueta-dos-meus-sonhos de “Thriller”, foi convidado para colocar a peça na coleção. Abraça o tarja-preta e espia:

HÁ! TODYBRINKS!

Vamos lá…

Além das jaquetas, a linha terá uma série de camisetas estampadas com 24 imagens e ilustrações do Jackson 5 pra você fazer a linha vintage e gaguejar quando te perguntarem o nome de algum integrante.

A coleção será vendida a partir de fevereiro de 2011, com preços entre $55 e $900. Começa a juntar desde agora que até lá dá pra comprar uma luvinha de paetês!

Kate Moss, a mais bem vestida da década!

Kate Moss, 36 anos, é uma das modelos mais bem pagas do mundo, fez mais de 300 capas de revistas, garota propaganda da COCA (as viciosas entendem) e já conheceu as sarjetas do mundo inteiro! Agora, a modelo britânica possui mais um título pra carregar com o padê: o de mais bem vestida da década, segundo a Vogue America!

“Ninguém exerceu mais influência para a década passada na maneira de se vestir das mulheres do que Kate Moss”, disse a diretora de estilo da Vogue America.

Certamente, o título foi dado devido à capacidade que Kate possui de transformar, durante a buatchy, um gown de 5.800 euros em uma incógnita…

BO-NI-TA!

DressLuxo

São Paulo virou Hollywood com a segunda edição da Jump Fest que aconteceu nesse sábado, 9. Uma noite de “Vale Tudo” com direito a Heleninha cagando no maiô, Odete dando a Elza e Fátima colocada de padê!

Se joga nos looks mais baphos da noite!

Se interessou pelo Projeto #DressLuxo? Entre em contato: naomegonga@gmail.com
Fotos por Felippe Souza

#DressLuxo V

Sábado, dia 9 de Outubro, acontece em São Paulo a Jump Fest Especial Hollywood Night, e nós do NãoMeGonga! estaremos lá sambando na cara da sociedade!

Faremos a cobertura fashion da festa e os melhores looks serão postados aqui no NMG! Além disso, o mais bem vestido da festa leva 1 camiseta da grife EUSOURYKA! TSÁ? Carão na potência máxima porque vai ser babado, confusão e tiroteio!

Semana de Moda de Milão #3

DESCE MAIS UM CHANDON!

Espero que tenham aproveitado essa pequena viagem ao luxo de Milão com a nossa cobertura babadeira, é o mais próximo que você vai chegar da Itália – chora. E que não fiquem apenas na contemplação, mas que coloquem em prática o pensar moda a partir das criações diversas das grifes aqui selecionadas. A poeticidade e a filosofia criada em roupas.

Nessa última viagem, veremos Emilio Pucci, Jil Sander, DSquared2 e Giorgio Armani. No primeiro, tivemos logo no começo mais uma entrada da minha amada Freja Beha, mais uma vez sambando na cara da sociedade. O NãoMeGonga! já jogou os buzios e dedicou um post todo a ela, prevendo ser esta um novo rosto da moda. Com chefia de Peter Dundas, o segundo desfile comandado por ele, o mar invadiu a grife e o estilista norueguês, mergulhador confesso, manteve o processo de reinvenção da marca deixando a extravagância das maxiestampas por um shape mais sexy e estruturado ao corpo femino. Primeiramente, causou um furor na sua primeira coleção, agora, críticos e fãs já estavam acostumados e, por sua vez, Peter muito mais confiante com seu trabalho. A mim, a marca ficou mais atrativa, perdeu o que categorizo como kitsch. Percebi um perfume setentista, que caracteriza de certo modo a Pucci, porém é uma década recorrente nesse verão 2011. Longos com babados e fendas estratégicas, aliados a estampas minimals do fundo do mar. Maiôs magníficos modelando ou melhor, abraçando o corpo da mulher. Brilhos e botas de cano altíssimo pra tranformar qualquer uma num poste de paetês. Fitas entrelaçadas, tricôs e peças vazadas. Cores do branco, azul, nude, mostarda e preto associados à acessórios em marrom e dourado. Peças esvoaçantes, leves, transparentes, ultrasexys e sofisticadas.

Também no mesmo dia, Jil Sander apresenta sua coleção para o verão 2011 e trouxe as brasileiríssimas Alícia Kuczman e Daiane Conterato, que nasceu no mesmo dia que moi – sem falar da Freja Beha, tsá?. Vimos uma alfaiataria funny feat. clean, no qual Raf Simons reinterpretou a ideia do minimalismo maximizando-o com volumes em saias e calças, contrastando ora às cores fluo, ora às listras ou às estampas florais. Destaque para camisetas brancas com saias longas pink e vestido laranja maxivolumoso fechando com uma jaquetinha roxa. Brincou com a silhueta feminina, descontruindo-a. Manteve a base do conceito dos anos 1990’s e rompendo limites, criou peças novas, sem medo de denominá-las assim. Como Bottega, a grife não apenas desenhou roupas, mas trouxe às passarelas uma filosofia de moda, um pensar moda. Reinventando-a com simplicidade. Tudo era levemente amplo, básico: corte reto resultando em peças atemporais. Era forma e cor a serviço de ressaltar a primeira. Uma aula de modelagem, pintura e de moda pura. Um desfile memorável, que mesclou a alta-costura com o sportwear, com base em um novo olhar e uma nova necessidade do século XXI, o prático.

Já a marca Giorgio Armani desfilou, no sexto dia do evento, um verão inspirado numa noite no deserto. Mulheres em trajes preto, marinho e azul-noite, com tecidos cintilantes e transparentes. Vestidos vaporosos, calças capri, blazers: exuberância e mistério em roupas.

Com 80 looks, a Emporio Armani trouxe um silhueta sofisticada, com perfume futurista, alfaiataria em bermudas e sobreposições como saia lápis + saia midi transparente, tudo numa cartela de tons neutros –  beges, verde-claro, cinza metálico e vermelhos que fecharam o desfile.

E por fim, porém não menos importante, ao contrário, a grife dos gêmeos Dean e Dan Caten – meu sonho de consumo fashionista – desfilou uma moda sportwear com cara nerd. Com acessórios como o chapéu panamá e maxi óculos de grau, o desfile era descontraído, cool, fresco. A regra era misturar, e a DSquared2 sabe lançar moda, por isso a amo – como também a seus estilistas gatos, mas deixa pra lá! Vimos blazers e boyfriend jeans, maiôs e biquinis com pullover, blusa de lã e saias delicadas. Tons neutros e oxford envernizados de cores vibrantes. Um mix de propostas democráticas. A marca já tinha acertado com a inspiração em escoteiros e agora, acerta novamente ao apresentar um verão novo, descomprometido, sofisticado e jovem. Esqueçam os florais, seja de Bach seja Liberty, e por favor vistam-se com coerência e um pouco de atitude! 

O que resume para mim é senão o look de lã marinho + saia com grafismo verde, oxford marrom e maxi bolsa bege, chapéu panamá e óculos nerd. Quer mais verão que isso?

Semana de Moda Milão #2

Depois de um magnífico começo com Gucci e Fendi e o desfile da Prada que não agradou gregos e troianos, porém sem deixar de, claro, contribuir para a moda, nos encontramos novamente aqui para acompanhar as novidades da moda 2011. Já comentamos da Dolce & Gabbana que apareceu no terceiro dia do evento, e nesse mesmo dia houve a apresentação da coleção de Donatella Versace ainda inchada por abelhas africanas.

A grife decidiu apostar no geométrico. Era uma nova leitura da arquitetura grega clássica. O próprio emblema da marca é a Medusa. Vimos uma mulher elegante, não amazona, mas divinamente elegante, imponente e escultural, como seu ícone: duma magna beleza, porém confusa, cigana, de um tipo que é feitiço. Vestidos, casacos, bolsas, tudo na pureza do branco contornado por linhas ora vermelhas e douradas, ora amarelas. Do branco, veio um vestido com padronagem em tiras multicoloridas. E assim, depois desse leve ingresso de cores, a passarela foi invadida por azul mediterrâneo, preto, nude, laranja (cor do verão, aposte!), seja num look total ou misturados em prints da “chave grega” dando um ar moderno e jovial às roupas. Ai os vestidos… arquitetônicos, recortados, favorecendo principalmente os ombros, a nova zona erógena do corpo. Claro que para Donatella, há muito mais além do que os ombros; as fendas, marca registrada da loira botocada, aparecia ou na frente ou na lateral, dependendo do comprimento dos vestidos.

Para acabar, dando 3 tapas na cara da pobreza, a direção criativa investiu no já conhecidos vestidos-deusa, que mantiveram o corpete estruturado no corpo, tecidos acetinados e as caudas com leves franjas.

A Versace, mais uma vez acertou. Com seu tema grego, de inspiração arquitetônica, mais precisamente nas casas do mediterrâneo, trouxe o frescor para o verão 2011 e mostrou o poder do design italiano e da maturidade dessa maison familiar. Com todo detalhe enérgico e noção clássica, herança desde Gianni Versace, a grife continua a antecipar a moda. A Medusa Versace permanece fascinante, ontem, hoje e amanhã, ditando o que é realmente poder.

A Etro, que também se apresentou no terceiro dia, desfilou um étnico setentista, o primeiro em estampa nas formas do segundo. Ombros à mostra (mais uma vez), macacões, hot pants e casacos. Preto e dourado, basicamente, com florais, texturas – uma peça lembrando capim dourado, incrível – tons terrosos e azuis. Uma mix coerente, talvez kitsch, mas a referência é senão exagerada.

Por falar em kitsch, o gongo da vez ficou com D&G (segunda marca da Dolce & Gabbana). Não gostei do que vi: campestre caricato, patrocinado pelo Bom Retiro com flores até no edy. Uma coisa um tanto Barbie carpinteira, algo que Paris Hilton usaria num piquenique ou pra aquendar um bofe atrás da moita.

Florais na primavera? Que original…” – PRIESTLY, Miranda (“The Devil Wears Prada”).

Voltando a falar de coisa boa, Bottega Veneta desfilou no sábado e mostrou que simplicidade é o tom da elegância. E minha darling Freja Beha óbvio que não poderia faltar no casting da marca, que faz parte do grupo Gucci. Com uma paleta clássica e de tons neutros como o preto, nude, branco e cinza, a moda feita é prática, usual, usável e pensada para uma mulher real (e ryka).

Com vestidos descomplicados, as flats do começo do desfile já traziam essa ideia de confortabilidade agregada ao fashion. Cada vez mais a moda acompanha o pensamento coletivo de um mundo mais easy, mais prático. A leveza aparece também nos tecidos e na silhueta. E mais uma vez, modelos com o visual de “acabei de sair do banho e estou desfilando em Milão”, como visto na Colcci. Um desfile fresco, singelo, ingênuo e belo, exprimindo mais que moda, mas uma filosofia de vida do século XXI.


Primeiro blog de moda que é puro babado, veneno e gongação. Sente o drama! Quem é você na cesta básica? Não me gonga!

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